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Mostrando postagens de janeiro, 2019

Homens no Mundo

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Poema que escrevi há aproximadamente vinte anos... Homens no Mundo Ah, o homem Nasce puro sem pecados O mundo o acolhe Com todo o carinho que pode Logo o homem modifica A si mesmo e à natureza Que horror! O homem faz rios cegamente Comerem lixo igual a muita gente Faz o ar sufocar-se A terra destruída O homem, um suicida O homem começa a poluir a mente Essa não! Fazer mal a gente honrada, decente E ainda diz ser muito inteligente Uns acreditam na religião Outros mudanças e revolução Uns creem em Deus E outros deuses como Zeus Caramba! Discos voadores! Ah é? Vi anjos pregadores Do reino azul-celeste Do juízo final e da peste Atenção! Temos que ver o outro lado Do homem louvado, iluminado Que luta todo dia Pelo mundo em perfeita harmonia Luta para que homens e animais Possam viver em paz Para que homens e natureza Possam viver sem tristeza Oh! Que beleza! Com guerras e paz Com separações e casais ...

Estrada do tempo

Pedalando na estrada do tempo Poeiras, cheiros, sons São trazidos pelo vento. Pedalando contra o vento, Memórias, suor, risadas São trazidos de um outro tempo. Um caminhão passa à frente: O futuro e seu motor potente, Apressado, impaciente! Levantando muita poeira... A poeira das memórias Se apega à minha pele. Continuo pedalando... O suor do meu esforço Escorre pelo rosto. Poeira e suor ardem os olhos! O suor se torna em lágrimas. Continuo pedalando, Pensando em voltar... Pedalando desatento, Vou e volto num momento. Respiro o vento Sem pensar, Por instinto, Por sobrevivência. Inspirando e expirando Percebo o vento, Agora dentro de mim E sempre a me cercar. Trazendo e levando: Poeira, memórias, Afago, cansaço! Leva a força, Traz a experiência. Então compreendo Que eu faço o vento, Enquanto estou pedalando Na estrada do tempo. Nota: Como mencionei na última postagem, escrevi esses versos há quase cinco anos, quando recomecei a pedal...

Minha paixão pela escrita

Tenho uma ligação muito forte com a escrita desde criança. Logo depois que aprendi a escrever, a partir dos sete anos, uma das minhas “brincadeiras” era fazer livros ilustrados. “Viagem a Palmeiras” e “Os Perigos de uma Casa” eram alguns dos títulos dos quais me lembro agora. Por volta de onze anos, escrevi um poema, extenso, umas cinco páginas impressas em uma impressora matricial, falava sobre o homem, a natureza humana, ação do homem sobre o meio ambiente, discos voadores, anjos, com um tom apocalíptico. Quero recuperá-lo e publicá-lo aqui. Sempre gostei muito de escrever e sempre fui muito estimulado na escola. A propósito, já no ensino médio, como forma de orientação vocacional, escrevi uma peça de teatro: “Trobosvaldo e seu sonho celestial”. A peça encenava o sonho de Trobosvaldo, um jovem do interior que sonhou com o diabo e o anjo, os quais falavam sobre os pontos positivos e negativos da engenharia elétrica. A orientadora duvidou que eu tivesse escrito a peça. Por f...

Exposição de motivos

Gosto muito de escrever e sinto necessidade de me expressar. Cansado de me iludir ao publicar textos longos no Facebook e até mesmo no Instagram, resolvi criar este blog sem qualquer pretensão, apenas para deixar registrados meus textos e dar vazão a essa verdadeira necessidade que tenho. O nome ciclomoagem é uma fusão de cicloviagem com moagem. O nome do blog fala um pouco sobre mim. Sou ciclista, ou tento ser. Tenho um sonho de fazer cicloviagens. Recentemente fiz um ensaio, uma viagem curta de três dias, de bicicleta, sem carro de apoio, carregando minha própria bagagem, com mais dois ciclistas.  Sou sul-mato-grossense. Moagem, ou também "moage" ou "muage", descobri recentemente que parece ser um regionalismo, com sentido de fazer festa, reunião com os amigos para se divertir, jogar conversa fora. Este blog tem um pouco a ver com jogar conversa fora. Apesar do nome remeter a cicloviagem, não sou um especialista no assunto. Pedalo menos do que gost...