Minha paixão pela escrita
Tenho
uma ligação muito forte com a escrita desde criança.
Logo
depois que aprendi a escrever, a partir dos sete anos, uma das minhas
“brincadeiras” era fazer livros ilustrados. “Viagem a Palmeiras” e “Os Perigos
de uma Casa” eram alguns dos títulos dos quais me lembro agora.
Por
volta de onze anos, escrevi um poema, extenso, umas cinco páginas impressas em
uma impressora matricial, falava sobre o homem, a natureza humana, ação do
homem sobre o meio ambiente, discos voadores, anjos, com um tom apocalíptico.
Quero recuperá-lo e publicá-lo aqui.
Sempre
gostei muito de escrever e sempre fui muito estimulado na escola.
A
propósito, já no ensino médio, como forma de orientação vocacional, escrevi uma
peça de teatro: “Trobosvaldo e seu sonho celestial”. A peça encenava o sonho de
Trobosvaldo, um jovem do interior que sonhou com o diabo e o anjo, os quais falavam
sobre os pontos positivos e negativos da engenharia elétrica. A orientadora
duvidou que eu tivesse escrito a peça.
Por
falar em orientação vocacional, adivinhem qual foi meu resultado? Linguística!
Já
na faculdade, formei uma banda com meu irmão e dois irmãos. Aprendi a tocar
violão e a cantar e logo naturalmente vieram as composições, talvez eu publique
algumas delas por aqui.
Assim
que passei a me identificar como um cristão, passei a escrever, fazer anotações
e estudos sobre as passagens bíblicas, também fiz alguns poemas. No meu
casamento, cantei uma composição chamada “Amigo Jesus”. Anos mais tarde,
escrevi uma peça intitulada “O Caminho para o Céu”, a qual está disponível no
site “Teatro Cristão” (http://teatrocristao.net/texto/o-caminho-o-ceu).
Há
quase cinco anos, quando recuperei uma bicicleta velha para voltar a pedalar, fiz
um poema inspirado em uma pedalada: “Estrada do tempo”. Em breve irei publicá-lo aqui.
Ao
fazer esta retrospectiva, fica claro que minha ligação com a escrita é muito
forte, construída ao longo de muitos anos, sempre esteve muito presente na
minha vida. Não me recordo de ser tão consistente em nenhuma outra atividade,
agora me dou conta disso, e talvez o segredo seja porque escrever para mim é
prazeroso e flui de forma natural. É algo tão forte e tão marcante na minha
vida que só posso entender como algo que vem de Deus e que há um propósito de
Deus nisso. Isso não significa que eu deva ficar limitado pelo tema religioso,
mas desde criança havia uma certa inclinação por abordar o sobrenatural. De uma
maneira ou de outra, sempre busquei um significado maior.
Enfim, escrever para mim é uma verdadeira paixão, me dá muita satisfação, faz parte de quem eu sou.
Escrever para mim é essencial.
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